quarta-feira, 7 de abril de 2010

A força das palavras


As palavras têm uma força difícil de dimensionar. Já li e pensei sobre isto várias vezes, mas nada me afetou amis a vida que ter que remodelar o vocabulário. QUando era adolescente que não usava gírias, nem falava palavrões, me sentia tão inadequada que tive que modificar minha verbórreia. Ela cresceu e tomou proporções inimagináveis. Uma mulher de 32 dizendo, " véio, qué q c manda?" É tão artificial, quanto uma adolescente que não xinga. Outra vez, percebo que a re-modelagem se faz necessária.


Sempre medi as plavras e isto não me pareceu me ajudar muito, resolvi parar de medi-las e deixar elas virem, hoje esta técnica também não funciona. ACho que agora é a hora de medir as palavras. Vejo isto na Antiginástica, como na vida. E tudo parece apontar para este caminho.


Um "tudo bem"? É bem diferente de um "menina, que terrível!", principalmente em momentos de crise, assim como um "poxa, meninos, fiquem tranquilos", é muito melhor, que "porra!"...

Um comentário:

Cris disse...

humm... vc anda envolvida em Programacao Neurolinguistica é? Cuidado pra nao pirar, viu hehehehe. beijoquinhas
Cris cheia de saudades (escolhi a palavra CHEIA de propósito, porque estar cheia é bem melhor que estar "morta" né nao?)